Infantilidade e homem idiota você trata com um bom chá de pé na bunda e duas doses de desapego com uma pitada de amor próprio.
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. ”
Eclesiastes 3:1-8
E você se foi. Se esqueceu. De nós, dos sonhos, dos planos. Sei que encontrou outra, que a ama, que está feliz agora. Qualquer um é feliz sem mim, mas não farei drama. Vou te pedir, suplicar, que somente algumas vezes se lembre dos nossos momentos. Que quando sua felicidade momentânea ao lado dela passe, que quando sua cabeça esteja sobre o travesseiro, lembre do meu sorriso, que apesar de imperfeito, te fazia sorrir também. Que se lembre do nome dos nossos filhos, pois eu me lembro sabia ? Lembro quando os escolhemos também, naquela tarde quente de verão, e logo de que depois fiquei toda boba escrevendo-os no papel pra você ver, mesmo longe, mesmo com toda distância. Eu nunca deixei de acreditar que daria certo, mas imaginar você nos braços de outra é tão trista sabia ? Me dói tanto querido. Saber que agora a mulher da tua vida é outra. Mas se estás feliz, eu me conformo. Agora só me resta esperar, ficar olhando o tempo passar e sonhando que um dia olhe pra nossa estrela e que reviva tudo o que passamos juntos. Ei, espero que se lembre também do quanto te amei, ou, ainda amo.